Na esquina da Bahia de todos os orixás, deuses e crenças diversas, limpo o sal úmido que penetra pela janela aberta quando escuto a chuva, ondas do mar e outros ruídos.
Na minha bolha cor de terra e piso quadriculado, sou feliz e organizo o movimento.
As aves de rapina continuam famintas e alimentam desejos pérfidos.

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