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sábado, 26 de outubro de 2019

Estranhos poderes

Tempo para falar de tortura novamente. Perder a ilusão que o poder atual com suas cabeças de Cérbero vai melhorar. Não têm cura.
Essa luta contra o executivo, judiciário e parte do legislativo mostra a imobilidade dos poderes legalmente instituídos.
Aguardar o tempo do levante. Como mulher ñ posso me esconder na preguiça. Melhorar o tônus cardíaco porque política destrói.
Agora ouvir a Dilma mais uma vez. "ñ há derrota nem vitória definitiva, à luta!"

Rodeada de donzelas zen, o dia do povo é mesmo sábado na feira. A disciplina se impõe para a tarefa. Na expectativa que o hard heart pife a qualquer momento e realize um desejo de não terminar igual a vovó Maria ou dindinha.

Blues! No laguinho da chuva acompanha esta tarde uma brisa fria, microclima. Pássaros diversos banham-se, ciscam e voam.

A estratégia ir pra rua conflita assuntos familiares pendentes. Alimentação, nutrição prazeres em conflito com as logos marcas que poluem o corpo e o planeta. Difícil enfrentar a Coca Cola, Nestlé etc. que nos corrompiam inocentes nos dias de vacinação. ABC, foram 20 anos de ensino e aprendizagem.

50 anos

50 anos dos egressos do Colégio de Aplicação da UFBa reune adultos que conviveram em época de ditadura. Tanques na rua, gás lacrimogênio são memórias quando tinha 16 anos.
Aos 27 anos no Porto da Barra esperando o ônibus fui assediada por um homem achando que eu tinha 16.
Fugi de casa uma vez. Surtei. Fiquei sem mesada um tempo, acho que tinha 17.
E foi assim que entrei no Aplicação. Penúltimo lugar. Devo ter tirado Dez na redação porque em matemática ñ acertei nenhum ou ñ corrigiram a prova.
Estudei alemão um ano, taquigrafia, vi aulas de teatro e estudei inglês que com ajuda dos Beatles deixa eu circular pela mundo ocidental, por enquanto.
Espanhol comecei aos 19, na medicina os livros eram em espanhol.
No vestibular a média em física foi 17, fiz 33. Caiu só ótica, ñ precisava nem fazer conta. A resposta refletia a pergunta.
Agora nesta memória dos 16 aos 19 voltando literalmente; em 2 semanas quebrei um prato mexicano, um pote, um espelho e sangrei o dedo do pé. Entrei e saí do grupo do ensino médio.
Confraternização em tempos distópicos ñ aprendi nessa escola. Aprendi física, química e conversei mais de uma hora com apenas 4 colegas que ficaram no rol das amigas, 3 já falecidas.
Abraçar desconhecidos, perigoso. Eu que com a minha profissão evita contato sem luvas e  preservativos. Sentar pra comer temperados com agrotóxicos, antibióticos e hormônios, bebendo cervejas golpistas em estranhas companhias foi o convite que me ofereci antes de perceber que memórias divergem e o aprendizado também.
Quando graduei uma parte da turma no qual me incluí recusou-se a participar do ritual com aparência maçônica de becas pretas por considerar que nada havia a comemorar no Brasil da década de 70. Para mim só o nascimento dos meus três filhos.

Queimadas

Tropeço em pedintes também em Paris. Com negros há muito tempo, em Madrid a noite no bairro Lavapés, Negros Altos, Lindos, trazem a segurança da África matriarcal.
E o Rio de Janeiro continua...

Lugar de luz maravilha é no Jardim de Girassóis, Tulipas de todas as cores, com abelhas nas folhagens.
Essa multidão que rodeia, estropeia como uma tempestade de areia que acontece entre continentes. As vezes sai do rastro do cometa e vem como meteoro que pode ter qualquer tamanho.
Me recuso a palavra "pobre" quando discutimos luta de classes. Explorado, escravo, colaboradores, oprimidos do mundo o tempo ñ espera. Destroem toda a vida do planeta.

Nas árvores do outro lado da rua acho que era macaco aranha: pretos, membros compridos.

Cinco tipos de macacos morando na periferia. Queimada e desmatamento deslocando os primatas para mais perto.

Bordeline melhor que Lady B.O.

Acho que vou escrever como conviver com chatxs. Posso ser uma mas ñ é esse o tema.
Minha densidade demográfica sempre foi alta junto com muitos ignorantes mas, adquiridos ñ congênitos. Lembrando a teoria sobre tipos de ignorâncias neste tecido social com pedrators e sapiens. Pode ser esquizofrência nesta tarde de sábado, Bordeline  como me chamo agora. Em tempos de Unidade as mulheres, negros, LGBT e os loucos também.
Alguns cronometro o tempo que vou conviver. Tem os de 20 minutos e os outros que são muitos.
Assistindo ao 7ª encontro do 247 em Niterói.
Medo da ditadura entre os antigos de 64 mas a luta torna-nos jovens e dá energia.
Ao tema! Características: repetitivo, mentiras, pecho peludo pinto pequeno, esse último neste século medieval que encontrei.
Tem tratamento? Pode ser, foi o que aprendi na escola de Medicina. Pode curar? Talvez.
O remédio cada um sabe qual.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Topázio

Tropeço em pedintes também em Paris. Com negros há muito tempo. Em Madrid a noite no bairro Lavapés Negros Altos, Lindos trazem a segurança da África matriarcal.
E o Rio de Janeiro continua...
Lugar de luz maravilha é no Jardim de Girassóis, Tulipas de todas as cores, com abelhas nas folhagens.
Essa multidão que rodeia, estropeia como uma tempestade de areia que acontece entre continentes. As vezes sai do rastro do cometa e vem como meteoro que pode ter qualquer tamanho.

Identidade

Espanhol mexicano estimula com os chistes: morras e morros; gabachos nesta guerra insegura latina americana, entre Caribe, Atlântico e Pacífico.
Continua a luta para agrupar, ampliar, consciência de classe e gêneros. O capital nos persegue com sua pele branca e idéias curtas. 

Sofrimento ultrapassa mediocre tempos difíceis. Me fecho em copas com as espadas em riste.

Atlas que carregava o mundo na Antiguidade saiu para conhece-lo para melhor sustenta-lo.
Sozinho vem tendo dificuldades colossais. Tropeça com Greenpeace, OXfan e outras ONG que ñ sei os nomes. Desenvolveu uma alergia respiratória e tem medo que vire bronquite, prejudicando sua meditação diária e a respiração durante o envelhecimento.