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sábado, 18 de dezembro de 2010

sem comentários

As histórias das pessoas q moram na praia são parecidas com as histórias de pescador.
Mas como não tenho o nariz de Pinochio apenas a maldição da Cassandra vou contar como os uniformizados atuam.
A prática de extorquir dinheiro de usuário de drogas onde a vítima é o próprio infrator, na terra de Hades os casos q se ouve, demonstram que o buraco não é mais embaixo e sim muito grande.
Ouvido e visto.
Os uniformizados de plantão descem para batida da temporada quando um acréscimo de rendimentos sempre é esperado oriundo de infratores dependentes de drogas de abuso. Mas se por acaso o coitado não tem $$$$$, uma prática é afoga-lo nas praias desertas à noite quando todos os gatos são pardos e a identificação de velcron é trocado entre os pares. Prejudicando a identificação desqualifica a denúncia quando JC que é sobrepeso, alto e um pouco careca usa a identificação trocada com um U alto , branco e de cabelos curtos talvez.

atualizações

Em 2010

identidades

Esta foto é de 2003 quando a quadrilha do Arim estava grilando a área da TDT, e tentava também invadir a nossa área, houve registro de ocorrência e nada aconteceu. O garoto da foto estava hoje me fotografando dentro do meu terreno e tentou me agredir hoje, lógico que ele não é mais garoto.
Está crescendo a ninhada dos grileiros profissionais.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

a quadrilha

Mas ainda não acabei de contar o dia.
Subi o morro e fui vistoriar a terra. arrancaram toda a cerca e colocaram uma cerca nova.
Entrei no meu terreno e apareceu o Valdemar e perguntou o que estava fazendo ali. E saiu para chamar alguém e veio um jovem que me fotografou e tentou  me agredir.
Construíram um barraco de bambu e plástico. e arrancaram toda cerca leste, foi o q vi até agora, amanhã vou continuar a vistoria.
Desmanchei parte do barraco.
De costas o Valdemar.

18 de dezembro

É noite, e o dia nesta terra de Hades foi cheio de acontecimentos.
Ontem U ligou querendo conversar sobre o carro. É uma história a contar esta do carro mas antes vamos relatar a pressão extorsiva da dupla de uniforme: J C e U. 
Tentam tomar pedaço da nossa terra há tempo. J C, T , N, (este último a notícia é q ficou louco) através de um documento de doação, pressionaram o velho guerreiro charrua a assinar o documento e armaram a armadilha da arma sobre ele. Ficaram quieto um tempo mas agora J C está voltando para o ataque, e junto com o U  tentam intimidar o fiel escudeiro. Hoje veio até Trindade querendo que o velho charrua desse o carro pra ele.

A história do carro
Foi vendido em 2007 e até hoje encontra-se no meu nome e os IPVA e Licenciamento não foram pagos. Meu nome está no cadastro de inadiplente - CADIN e o carro foi financiado para outra pessoa estando ainda no meu nome. Mas mesmo desse jeito o carro circulou no município sem problemas e o velho charrua comprou o carro de volta pra tira-lo de circulação. 
Em  um estado inexistente as milícias uniformizadas muitas delas compostas pelos recursos da Segurança Pública se organizam para competindo com os bandidos atacarem os cidadãos.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Supervisão

A supervisão do inferno
destila adrenalina e compromete a saúde.
Devemos retornar para evitar a grilagem q vem sendo tentada desde a aquisição.
Estado inexistente 
monitora as possibilidades de corrupção.
Receita Federal 
q persegue os assalariados consumidores e contribuintes 
vem priorizando o alto escalão 
q com seus caros advogados 
prorroga o estágio de reclusão sob sentença.
O RJ demonstra a inteligência da ocupação 
permitindo q os ratos fugissem pelos esgotos. 
As denúncias sobre a violência e sua origem na ação 
indicam a importância das investigações começarem pelo patrimônio dos servidores públicos
q atuam na frente da batalha atual.