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terça-feira, 28 de maio de 2019

Cor da pele

Nunca pensei em ser bombril mas viver neste redemoinho só sobrevive quem sabe nadar, amar e andar atropelando sofrimentos fugazes.
Encerrei a profissão. Depois de 41 anos trabalhando na Saúde encerrei o recebimento do pagamento do salário por cuidar da saúde coletiva. Agora vivendo da contribuição previdência que está sobre ataque dos fascistas.
ABC paulista, meu campo de ação de 1980 a 2001.
Uma semana em Juquiá com Cecilia Delatorre, a mestra, foi a conclusão da pós. Lidia, Márcia, Arnaldo e colegas do Norte estavam nesta trip.
Vivendo a liberdade em diferentes terras. Brasil branco e o preconceito percebido na feminilidade da cor da pele. Os filhos me protegeram e continuam com a tarefa.
O uniforme local era calça jeans e camiseta. Adoro os vestidos e saias trazido da Bahia e o que garimpei depois andando entre hemisférios. As cores, verde, vermelho, cor de rosa, branco que se impôs na cor da roupa.
Na cor da pele encontro as inseguranças nesta caminhada.

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